Quem foi Maria Callas, Icone do novo filme da Diamond
Maria Callas, foi sem dúvida a cantora de ópera mais influente do século XX. Com uma voz poderosa e uma amplitude fora do comum, Maria Callas possuía um repertório incrivelmente versátil, que lhe permitia abordar diversos papéis. Entrando, apesar destas características, Callas somente entrou para a história da ópera por suas habilidades de alterar a o tom da voz com o objetivo de expressar emoções, e explorando cada oportunidade de representar no palco suas personagens. Callas mostrou dramaticidade mesmo em papéis que exigiam grande virtuosismo vocal por parte do intérprete o que usualmente significava, entre as grandes divas da época, privilegiar o canto em detrimento da cena.

Seu estilo de interpretação imprimiu uma revolução sem precedentes na ópera. Callas foi tributária da importância que assumiram contemporaneamente os aspectos cênicos das montagens. Em particular, é claramente perceptível desde a segunda metade do século XX uma tendência entre os cantores em favor da valorização de sua formação dramatúrgica e de sua figura cênica - que se traduz, por exemplo, na constante preocupação em manter a forma física. Em última análise, esta tendência foi responsável pelo surgimento de toda uma geração de sopranos que, graças às suas habilidades de palco, poderiam ser considerados legítimos herdeiros de Callas, tais como Joan Sutherland ou Renata Scotto.
Aclamado por Leonard Bernstein como “a Bíblia da ópera”, Maria Callas continua sendo uma das figuras mais adoradas da ópera.
A Bíblia da Ópera:
Uma das principais expoentes das obras de bel canto de Bellini e Rossini, a soprano grega nascida em Nova York também foi amplamente celebrada por suas interpretações de Verdi e Puccini ; uma gravação dela cantando
Tosca em 1952 é considerada incomparável.

Com domínio perfeito das técnicas do canto lírico e um repertório incrivelmente versátil, incluía obras do bel canto (Lucia di Lammermoor, Anna Bolena, Norma), de Verdi (Un ballo in maschera, Macbeth, (La Traviata) e do verismo italiano (Tosca), e até mesmo Wagner (Tristán und Isolde, Die Walküre).















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