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Resenha: O Homem do Castelo Alto

  • há 10 horas
  • 4 min de leitura

Oiê, meus queridos geeks! Tudo bem com vocês? Espero que sim. 


Vou recomendar uma  série que amei muito assistir. Estou falando do O Homem do Castelo Alto, uma série dividida em 4 Temporadas 


Aliás, acredito que eu já deva ter comentado com alguns de vocês, em alguns eventos ou até mesmo na saída de  Cabines de Imprensa. Mas antes quero dizer que ao terminar de assistir as quatro temporadas desta série, fiquei com uma sensação mista de ressaca e vazio ao mesmo tempo. 


Então vamos lá! 


Mas primeiro vamos imaginar como seria o mundo se a Alemanha de Hitler tivesse ganho a Guerra Mundial? 


Pois é, a Prime Vídeo imaginou e é dentro deste conteúdo que faço essa resenha para vocês!


O Homem do Castelo Alto está lá no Amazon Prime. A serie é inspirada no livro de Philip K. Dick, que também é o autor de Minority Report e Blade Runner que ganharam adaptações cinematográficas e se tornaram clássicos. 


Nesta série o autor quer passar a ideia do que teria acontecido com o mundo se as Forças Aliadas tivessem perdido a Segunda Guerra Mundial.


A série é composta de 4 Temporadas. Mas por hora, falarei apenas da 1°Temporada que é para dar aquela sensação de curiosidade sobre os demais capítulos que virão com as temporadas seguintes.


Na 1° Temporada a história se passa no ano de 1962, em um universo paralelo, em que o Eixo esmaga os aliados da Segunda Guerra e impõem uma ditadura fascista global. A Alemanha e o Japão  dividem os EUA ao meio, exatamente como os aliados fizeram em 1945.


Ou seja, a tensão cresce entre o Império do Japão e a Alemanha Nazista havendo consequências drásticas nos Estados Unidos e nos estados opositores.


A Costa Oeste, agora território japonês , fica sob vigilância do serviço secreto japonês, a Kempeitai, sediada em São Francisco. Os americanos são tratados como cidadãos de segunda classe, ao que são executados sumariamente cinco pessoas aleatórias para cada militar japonês que morre nas mãos de insurgentes que ficam na Zona Neutra: Que é uma faixa de território no centro dos EUA largada às traças tanto pelos nazistas quanto pelos japoneses onde sobrevivem gays, negros e judeus, mas também caçadores de recompensa que ganham a vida fazendo limpeza étnica na periferia do Reich. 


De um lado temos John Smith (Rufus Sewell), ex-militar do Exército Americano, que fez carreira como oficial da SS que persegue e ordena execuções para esmagar a resistência americana rebelde nas ruas e cidades do Reich Americano, que é um estado satélite do Reich, ainda comandado por Adolf Hitler e seus assessores.


Do outro lado do país, temos Juliana Crain (Alexa

Davalos) que mora em um porão com seu noivo artista, Frank Frink (Rupert Evans)

que é de família judia, mas consegue viver em paz no território japonês. A coisa desanda quando Juliana descobre que sua irmã, Trudy (Connor Leslie) é uma rebelde – e vê ela ser morta à tiros por Takeshi Kido (Joel de la Fuente), o impiedoso inspetor-chefe da Kenpeitai. 


Juliana então herda de Trudy um filme de rolo, desses que eram usados no cinema na era analógica em que mostra uma realidade alternativa: Ou seja, a nossa realidade. Os aliados venceram a guerra, os soviéticos ocupam Berlim, os americanos plantaram a bandeira da batalha de Iwo Jima. Assim, com a ideia de um mundo sem dominação japonesa, Juliana se rebela contra a ocupação militar e entra para a resistência.


Juliana descobre que o tal filme deve chegar nas mãos do tal Homem do Castelo Alto, um líder misterioso da resistência antifascista que usa essas películas de outras realidades para tentar prever o futuro em sua própria realidade, e assim guiar os rebeldes  sob a vigilância e violência dos lacaios de Hitler. Seu contato para esta missão é Joe Blake (Luke Kleintank), um agente duplo que trabalha secretamente para os nazistas.


No desenrolar da série, é impossível esquecer que uma parcela razoável da Europa passou as décadas de 1930 e 1940 sob um regime tão cruel, como a que assistimos acontecer nos EUA de mentira.


Na 2° temporada, a série se torna mais interessante quando começamos a acompanhar muito de perto a vida pessoal dos oficiais nazistas e japoneses. Os atores são bem melhores, os personagens são mais bem construídos.  John Smith e sua esposa veem a família desmanchar quando descobrem que seu filho tem uma doença congênita e deveria ser eliminado nos fornos nazistas, em cumprimento à 

Política de higienização genética do Reich. 


Na 3°Temporada: É quando descobrimos que a série é um épico de ficção científica com elementos  em que a democracia não está em jogo em apenas um universo. 


Já na 4° temporada... 


Enfim,  as temporadas mostram uma evolução sensacional, levando a história do plano do drama de guerra para o campo da ficção científica com gentileza e propriedade.


Ou seja, a série tem exatamente o efeito que se esperava. Que era fazer o regime de Hitler parecer ao mesmo tempo um pesadelo a algo muito próximo da realidade com uma visão assustadora chegando mesmo bem perto do que poderia acontecer. Credo!!!


E é isso meus queridos geeks, não vou dar mais detalhes. Vou parando por aqui e recomendo que assistam, pois vale muito a pena se envolver nesse mundo paralelo. Ah, lembrando que a série “O Homem do Castelo Alto” que na Prime Vídeo. Divirtam-se!





 
 
 

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